Os pufs e a arquitetura corporativa

Os pufs e a arquitetura corporativa

“Empresas fake. Ser cool virou moda. Ter um espaço com puf, dia de pet friendly, área de lazer – tá na moda. É como se esse ambiente credenciasse a empresa como (The best place to work). Balela. Enrolação. Fake news para rede social…. o que o colaborador quer é gestão de pessoas … e dinheiro no bolso”

Este é o trecho de um depoimento que está circulando nos últimos dias no Linkedin…e ganhou uma aderência grande de curtidas e compartilhamentos. 

Por mais que alguns conceitos como o atual “Wellness” (valorização do bem estar do indivíduo) estejam em alta, o que as empresas buscam antes de tudo é produtividade. Pessoas que resolvam, que tenham insights interessantes, sejam criativas e que potencializem suas qualidades. 

Estudos mostram que são de ambientes como áreas de descompressão, recreação, pontos de reuniões (mesas para encontro informal em circulações), cafés; que saem maior parte das decisões e iniciativas. O fato de mudar o estado corporal e mental é o segredo para que as conexões sejam feitas. 

Quanto ao puf… sim…ele tem o seu papel e não é divertir! 




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